segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Agora no Cinema!

Garota dos Seriados deu um upgrade básico e agora escreve sobre cinema. Chiquérrimo, né? Para ler as últimas novidades, ver fotos, cartazes, trailers e tudo mais relacionado à sétima arte, é só visitar o site do Cinema em Cena. Aproveita e se cadastra pra participar das promoções. Sempre tem kits de DVDs saindo, e par de ingressos também - mas esses costumam ser só pra Belo Horizonte.

Minhas notas são assinadas com minhas iniciais (P.C.), só ficar de olho que é facinho encontrar notícias que eu escrevi.

E as séries? Você me pergunta. Não tenho a menor pretensão de abandonar o blog, embora eu precise admitir que é bem complicado manter uma atividade extracurricular o dia todo aqui no site. Então fica assim, sempre que der será atualizado. Não sei ainda se o ritmo será mantido, mas farei um esforço.

No mais, convido (todos, eventuais?) meus leitores a visitar o Cinema em Cena. Espero que vocês gostem e voltem sempre e muito! - Mas não precisa se esquecer do blog hein!!!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Pausa na produção de Flash Forward

A novata Flash Forward vai fazer uma pausa na produção de episódios da primeira temporada. A decisão foi tomada depois de uma série de episódios com recordes de [baixa] audiência. Um representante da ABC - emissora que exibe a atração nos EUA - confirmou a pausa na produção, mas fez questão de lembrar que a série pode "se dar a este luxo", uma vez que a produção começou há bastante tempo.

A decisão dá aos escritores e produtores do seriado a oportunidade de reavaliar suas decisões criativas, o que pode fazer muito bem à série (ou aumentar a audiência, que é o objetivo final da brincadeira, anyway). Pode ser um péssimo indicativo também. Se eles realmente podem se dar ao luxo de parar, eu, pelo menos, espero histórias bem mais interessantes quando a série retornar, e imagino que os executivos da ABC também.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ainda há esperanças para Trauma e The Beautiful Life

Depois de terem sido canceladas, Trauma (NBC) e The Beautiful Life (CW) podem ganhar sobrevida em suas respectivas emissoras.


A NBC cancelou Trauma, mas ao contrário do canal CW, decidiu deixar a série no ar e exibir os episódios que já tinham sido gravados. Depois do veto, adivinhem? A série resolveu emplacar. Talvez emplacar não seja o termo correto, mas a audiência aumentou o suficiente para que a NBC ordenasse a produção de mais três episódios do seriado.

Agora, além dos 13 episódios iniciais, há mais três a serem produzidos. Isso significa que, dos 16 episódios produzidos ao todo, seis serão exibidos no ano que vem, o que dá à série mais de um mês para obter resultados bons o suficientes para não ser cancelada de jeito nenhum no fim da temporada.


Para The Beautiful Life as notícias não são tão inspiradoras. O CW, que tirou a série do ar imediatamente depois da exibição do segundo episódio (e de uma audiência abaixo de um milhão de expectadores), resolveu que vai exibir os episódios que já tinham sido gravados. Mas não encomendou novos episódios. E a exibição só acontece no verão americano (junho/julho de 2010). Ainda assim há motivos de sobra para ter esperanças. Se a audiência for satisfatória, quem sabe o que pode acontecer em seguida?


Estas novidades são revigorantes principalmente para quem está acostumado a ver séries serem canceladas a torto e a direito, e nunca mais ressurgirem na TV. Hoje em dia canais pagos compram os direitos de exibição e continuam passando os seriados (aconteceu com Friday Night Lights, e recentemente com Southland), e até mesmo as emissoras admitem que podem ter cometido um erro e voltam atrás na decisão de cancelar. Ótimas notícias, com certeza!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Warner investe em divulgação

Os tempos estão mudando! Encontrei prova disso no site CineSéries. Foi onde eu encontrei informações sobre uma campanha muito interessante de divulgação de diversas séries do Warner Channel. The Vampire Diaries, Fringe e The Mentalist foram algumas das atrações que ganharam exposição em forma de outdoor. Todos que transitam pela Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, são convidados a sintonizar suas TV’s no Warner, e curtir o maravilhoso mundo dos seriados (isso foi barango, eu sei...).

Minha inspiração brega se deve totalmente à iniciativa muito bacana do canal. Investimento significa confiança no sucesso do produto, e apoio da própria emissora é uma coisa essencial e que faz muita falta!
Que seja um sinal de novos tempos chegando, que dêem às séries o valor que elas merecem ter! Vou parar de escrever por aqui, antes que o texto vire um poema, ou
uma música sertaneja. As fotos abaixo foram tiradas pela equipe do site.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Fim de Semana de Vampiros em NY


É totalmente desnecessário dizer que os vampiros estão na moda. De Crepúsculo a The Vampire Diaries, eles viraram sensação na literatura, no cinema e na televisão. Mas por que, exatamente, isso está acontecendo? Por que agora? De onde surgiu esta nova obsessão?

Com o intuito de discutir o atual fenômeno da invasão vampiresca na mídia, o Paley Center*, em Nova York, vai sediar um debate entre fãs do gênero. A discussão será pautada por uma pesquisa realizada pelo site da instituição, que perguntava às pessoas quem é o vampiro mais legal da televisão. Quem ganhou foi o Spike (yay!), mas aqueles que comparecerem vão poder argumentar em prol do seu vampiro favorito, afinal, trata-se de um debate.

Além deste painel, que é o evento principal, o Vampire Weekend vai exibir entrevistas com o elenco e equipe das séries Buffy – a Caça Vampiros, Angel e True Blood, além de Nosferatu: A Symphony of Horrors, série alemã de 1922. Pelo que eu entendi, não será um painel, como acontece no Comic-Con, por exemplo. São entrevistas gravadas que serão exibidas no local (o que não é tão legal, mas também não deixa de ser bacana).

Para os fãs da saga Crepúsculo foi reservada uma exibição especial. Chama-se “Robsessed”, e conta a trajetória do ator Robert Pattinson depois de interpretar o vampiro Edward Cullen, observando principalmente o quanto os fãs de vampiros são leais e inspiradores.

Então, se você tem a sorte de morar, ou de estar passeando em Nova York, os ingressos para o evento custam apenas $10. As exibições começam hoje e vão até domingo, o debate, intitulado “TV Vampire(s) Takedown” acontece amanhã. Para ver os 10 melhores colocados na pesquisa que perguntava quem é o vampiro mais legal da TV é só clicar aqui.

*O Paley Center é um centro de convenções com duas sedes – uma em Nova York e outra em Los Angeles – criado para o debate e discussões sobre a relevância cultural, social e criativa da televisão, do rádio e de outras plataformas midiáticas para os profissionais da área, e para pessoas que se interessam no assunto.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Dollhouse: Cancelada

Depois de ser milagrosamente renovada para a segunda temporada, Dollhouse foi oficialmente cancelada pela FOX. O canal ainda não fez um pronunciamento oficial, mas Joss Whedon – criador e produtor da série – foi informado ontem e comentou o cancelamento em nota:

“Eu não tenho muito a dizer. Sou extremamente orgulhoso das pessoas com quem trabalhei, minha estrela (Eliza Dushku, grifo meu), minha equipe e meu elenco. Para mim a série está melhorando a cada semana, acredito que vocês irão concordar comigo à medida que assistirem. Sou grato pela oportunidade de colocar o programa no ar, e por ter tido a chance de voltar para a segunda temporada. (...) Por agora ainda há muito trabalho a ser realizado e decepção para suportar. Obrigado pelo apoio, pela paciência e as excelentes recomendações. Nos veremos novamente”.

Fiquei muito triste com a notícia, mas se eu disser que estou surpresa, estarei mentindo. Eu gosto muito de Dollhouse e idolatro o Joss Whedon, mas desde meados da primeira temporada já dava pra saber que esta possibilidade existia. É uma série complicada, que exige comprometimento e paciência. E há um agravante: ela foi colocada no pior dia da semana, sexta-feira – fato, basicamente todas as séries que são alocadas neste dia da semana não sobrevivem durante muito tempo. E nunca emplacou, né? Enfim, agora é esperar pelo próximo projeto dele, e torcer para que seja bem sucedido.

Parece que, apesar do cancelamento, a FOX vai exibir os 13 episódios que foram encomendados – faz sentido, principalmente observando o que foi dito na declaração – e, de acordo com o colunista Michael Ausiello, a história terá um final. Mesmo se não tivesse, o 13º episódio da primeira temporada, o Epitaph One, já é um fechamento lindo para a série. Agora estou imaginando se o episódio final será um Epitaph Two.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O que você faria se tivesse um Flash Forward?

Se você acordasse um dia, e descobrisse com exatidão o rumo de sua vida daqui a seis meses, como você reagiria? Faria de tudo para confirmar seu “destino”, ou faria o possível para evitá-lo? Ou, ainda mais complicado, você seria capaz de seguir em frente com a sua vida ignorando o novo conhecimento adquirido, numa atitude “o que tiver de ser, será”?

Flash Forward foi anunciada como promessa de sensação da temporada, a série que substituiria Lost, mas quem assiste sabe que os caras ainda não conseguiram atingir o nível de excelência da primeira temporada da série do Hurley. O que não é necessariamente uma coisa ruim, uma vez que, depois da primeira temporada, muitas das qualidades que nos fizeram ficar loucos por Lost deixaram de existir.

Eu sigo gostando muito da trama que foi criada em FF, principalmente porque eu consigo me imaginar no lugar daqueles personagens. Eu entendo o desespero da Olivia em cogitar a possibilidade do fim muito próximo de um relacionamento importante e duradouro. Junto com o desespero, eu imagino que existe um mínimo de excitação a respeito deste outro homem, desconhecido porém familiar, e por quem ela nutrirá (a princípio) sentimentos verdadeiros.

Consigo imaginar o nó na cabeça de uma mulher homossexual que se viu grávida daqui a muito pouco tempo. Pense bem, nem precisa ser gay. Basta ser solteira para que a remota possibilidade de uma gravidez de curto prazo seja assustadora o suficiente.

Entendo as esperanças mais infundadas de um pai que sonha rever a filha que ele sabe que morreu. E, apesar de não conseguir me imaginar na mesma situação, eu acredito que deve ser impossível descobrir que você vai morrer. Porque não é um dia, num futuro próximo, de preferência de velhice e durante o sono. O Demitri sabe que (novamente, a princípio) ele não estará vivo daqui a seis meses. Ele sabe inclusive a data de sua morte.

Meu interessem em Flash Forward extrapolou a história criada por eles, e chegou a um nível meio “Fringe”, ou “The 4400”, que consiste em, independente da história contada, eu sempre conseguir me imaginar, de alguma maneira, inserida naquele contexto. Em Fringe e The 4400 chega até a ser mais fácil, quer dizer, quem nunca brincou de X-Men, ou imaginou que tinha super poderes em algum momento da vida?

Há várias coisas que eu gostaria que acontecessem comigo no futuro. Mas o que exatamente eu gostaria de ser capaz de ver? Quantas coisas eu poderia estar fazendo, durante 2 minutos e 17 segundos de um dia qualquer daqui a seis meses? E você? O que você gostaria de ver?

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Últimas notícias


90210 vai ter um romance lésbico

Os produtores perceberam que a série estava “em falta” com o público GLS, por isso resolveram aproximar duas personagens que já existem na série. Uma delas aparece timidamente nos primeiros episódios da segunda temporada, e a outra é ninguém menos que a Adrianna.
De acordo com os produtores, não se trata [apenas] de uma estratégia de promoção. Não será um casinho, nem uma fase, elas terão um relacionamento amoroso na série.



O morto de Heroes foi revelado

Eu errei meu palpite. Quem morre é o Adrian Pasdar, AKA Nathan Petrelli. Naquele esquema que eu tinha comentado, ninguém falou com a pessoa que ela deixaria a série, ela leu sua própria morte no roteiro. Se quiser saber é só selecionar o trecho em branco pra ver o nome do ator/personagem.



O threesome de Gossip Girl está causando muita polêmica nos EUA

O PTC (Parents Television Council*) está em guerra com o CW – canal americano que exibe Gossip Girl – contra a exibição do tão antecipado episódio do ménage à trois. A princípio, ele vai ao ar na próxima segunda, com direito a flashbacks do evento no episódio da semana seguinte.
*o PTC é uma organização conservadora que zela pela exibição de conteúdo “adequado” a crianças e adolescentes na TV aberta norte-americana. Já ouvi falar muito deles, mas não sei que tipo de poder eles têm de fato, para impedir a exibição do episódio, por exemplo.

Por falar em Gossip Girl, eu vi o beijo gay

Reparou que eu nem me dei ao trabalho de comentar? Pois é. Considerando o estardalhaço que fizeram, foi no mínimo frustrante. Eu achei quase imbecil. Nada contra o beijo, só contra a divulgação que fez todo mundo pensar que seria uma coisa infinitamente mais legal do que foi.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Halloween dos Seriados!

O Dia das Bruxas, comemorado no dia 31 de outubro, costuma passar mais ou menos em branco por aqui, mas é super bombante nos EUA. [Só eu sou ressentida por ter nascido e crescido aqui, e, portanto, nunca ter brincado de trick or treat?] E não é só brincadeira de criança. Atores de várias séries foram flagrados fantasiados, e você confere os looks escolhidos por eles aqui! (Clique na imagem para ver em tamanho decente)



Eliza Dushku (Dollhouse) com o namorado Rick Fox



Alyson Hannigan (How I Met Your Mother) com o marido Alexis Denisof e a filha Satyana


Blake Lively (Gossip Girl)


Penn Badgley (Gossip Girl)




Rutina Wesley & Sam Trammell (True Blood)




Annalynne McCord (90210)




Jessica Lowndes (90210)




O que você achou das escolhas dos atores? Tem algum preferido? Eu, particularmente, gosto muito de todas as fotos de casais! Mas talvez seja por ter carinho por eles, ou por ser muito fã da série em questão.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Participações especiais em Cougar Town e Grey’s Anatomy

Kim Reaver – que você com certeza já viu em 24 Horas ou Lipstick Jungle – vai ser uma cirurgiã cardíaca no Seattle Grace. Ela provavelmente terá algum envolvimento profissional com a Cristina, mas a princípio o envolvimento pessoal terá maior destaque. A personagem de Reaver esteve no Iraque com o Owen, e pode ter certeza que tem triângulo amoroso surgindo na história.

Teddy – este é o nome DELA – faz sua primeira aparição no episódio que vai ao ar em 12 de novembro. O papel é “recorrente”, o que significa que ela aparecerá com uma certa freqüência, mas ainda é difícil saber o tamanho e a importância que ela terá na série.

Cougar Town, a nova série de Monica de Friends, vai ter participação especial da Phoebe. Lisa Kudrow vai ser a dermatologista da personagem de Courteney Cox. Ela é uma médica cruel, mas que a eterna Monica não consegue abandonar.
A princípio a participação é de apenas um episódio que irá ao ar em 2010.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ricky Gervais será o apresentador do Globo de Ouro 2010

Ricky Gervais vai apresentar a próxima edição do Globo de Ouro e eu estou dando pulinhos de alegria! Se você não conhece, nunca ouviu falar do cara, e, portanto, não está tão empolgado quanto eu, eu te asseguro de que ele vai ser um apresentador sensacional.

Ele é o criador da série The Office, a original, exibida no Reino Unido, e foi ele quem trouxe a série para os Estados Unidos. Ele escreve, dirige, produz e atua. E ele é muito engraçado.

Veja uma participação dele no Emmy 2008


E aqui uma participação no Globo de Ouro 2009



Minha aposta é que ele vai ser um ótimo anfitrião, divertido e atrevido, e vai dar à premiação o tom leve e descontraído que ela deve ter sempre.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Joss Whedon vai dirigir um episódio de Glee

Veja como são as coisas. Depois de ver três episódios da nova – e muito comentada – série Glee, eu tinha preparando um texto para contar o que eu tinha achado. Minha “resenha” apontava tantos aspectos positivos quanto negativos, e poderia fazer com que os hesitantes e indecisos desistissem totalmente de dar uma chance à série.


Mas aí o Joss Whedon foi convidado para dirigir um episódio da série. É mais ou menos assim: mesmo se eu não tivesse gostado nem um pouco da série (o que não é o caso), mesmo que eu tivesse detestado, ainda assim eu veria. Porque é o Joss Whedon, e ele é a pessoa mais importante do mundo das séries pra mim. Ele criou e me deu sete temporadas da série que será eternamente a mais querida: Buffy – a Caça Vampiros.


Durante a sexta temporada de Buffy, Whedon escreveu e dirigiu o episódio musical “Once More With Feeling”, e colocou o elenco inteiro pra cantar (a trilha sonora é toda de autoria dele). O episódio ficou sensacional, – e não estou falando isso só porque sou fã – prova disso é a presença constante dele nas listas dos melhores episódios de séries de várias publicações.


Depois do episódio musical, Joss Whedon criou o Dr. Horrible Sing-Along Blog, um musical de três atos publicado exclusivamente na Internet.


Se por acaso você ainda não conhece o trabalho dele (que também o criador de Dollhouse), faça o favor de correr atrás deste episódio e assistir! O cara é um gênio. Ou como disse uma pessoa no twitter uma vez: “Joss Whedon is the next step in human evolution”.


Veja a seguir uma das músicas cantadas pelo elenco de Buffy em Once More With Feeling.






Agora os motivos para ver Glee (os motivos para não ver eu publico em outra ocasião).

É divertida, totalmente despretensiosa, sem a menor intenção de ser uma série “cabeça” ou uma comédia intelectual. É pra sentar, soltar umas risadas, e morrer de vergonha alheia de vez em quando. Esse último aspecto é tão legal, que quando eu passo muito tempo sem ficar com vergonha de alguém ou alguma situação, eu até sinto falta.



Tem a vilã mais divertida do mundo. Os atores, de modo geral, prestam. E cantam bem. E tem o Victor Garber (Jack Bristow também me faz assistir qualquer série. QUALQUER UMA).

É cheia de clichês e eles são todos propositais. Cheerleaders gatinhas e malvadas; aluna loser que é humilhada diariamente; jogadores de baseball que jogam os losers fracotes na lata do lixo... Tudo que em outras séries (ou filmes) teen soa totalmente forçado, aqui é feito intencionalmente, e chega até a ficar normal depois de um tempo.

True Blood leva tudo no Scream Awards 2009


A série True Blood recebeu quatro prêmios na edição 2009 do Scream Awards.
Voltada para as produções de ficção, terror e fantasia, a premiação mistura séries e filmes em suas categorias principais.


Stephen Moyer venceu na categoria melhor ator de terror (hein?) como Bill, Anna Paquin venceu como melhor atriz na mesma categoria, como Sookie. Alexander Skarsgard venceu como melhor vilão interpretando Eric e True Blood recebeu o prêmio de melhor programa de TV.


Eles basicamente levaram todos os prêmios a que foram indicados. Só o Jason perdeu como melhor ator, mas perdeu pro Bill, então é vantagem!

O Scream Awards vai ao ar aqui no Brasil no dia 31/10, às 00h25 na TNT.

sábado, 17 de outubro de 2009

Generation Kill – A Descoberta


Há alguns dias atrás a HBO liberou o sinal para os não-assinantes. Eu, que não sou boba, passei os dias programando meus horários de acordo com a programação do canal. Hoje em dia eu não acho mais que a HBO é uma das sete maravilhas do universo, pelo menos no quesito filmes. Mas to começando a ver a grandiosidade que todo mundo enxerga quando se trata de séries.


No meio de um filme chato eu comecei a zapear procurando por alguma coisa potencialmente mais interessante. Parei no começo do segundo episódio de Generation Kill. Eu já tinha ouvido falar da minissérie. É baseada no livro de Evan Wright, repórter da Rolling Stone enviado ao Iraque para acompanhar o primeiro batalhão de reconhecimento dos fuzileiros navais durante as primeiras etapas da invasão ao país.


Guerra nunca foi um tema atraente pra mim. Mesmo assim, por algum motivo, eu continuei assistindo (durante os primeiros vinte minutos ainda voltando no filme chato pra ver o que ia acontecer). Mas eu não demorei a perceber que eu estava muito mais interessada na série, apesar do tema desagradável. Muito do interesse surgiu justamente da percepção de que a série não era desagradável, nem de longe.


Logo no começo eu me peguei rindo dos diálogos de humor negro entre os membros do batalhão. Não é uma comédia, mas eu dei algumas boas gargalhadas no decorrer do episódio. O jeito de contar a história – leve, com um toque de humor – se manteve no decorrer do episódio, e me deixou com vontade saber onde aquilo tudo ia dar. Se tratando de uma minissérie de sete partes, não seria nenhum sacrifício correr atrás dos outros e assistir.


Todos aqueles atores que eu conhecia de algum lugar...

Especialmente com um atrativo mais que especial: Alexander Skarsgard, vulgo Eric de True Blood, tem um dos papéis centrais da série. E apesar de todo meu amor por ele, eu demorei alguns minutos pra perceber exatamente de onde aquele rosto era familiar. Ele está TOTALMENTE diferente do Eric, a aparência é só um dos aspectos que diferenciam os dois personagens.


Além do Eric, Generation Kill tem vários rostos familiares para quem acompanha séries compulsivamente como eu. Praticamente ninguém é estranho, e ao mesmo tempo, ninguém é famoso. Tem o Kellan Lutz (foto), o Emmet de Crepúsculo, que também já fez ponta em 90210. O repórter da Rolling Stone é interpretado por Lee Tergesen, que fez Desperate Housewives algumas temporadas atrás.


O Primeiro Tenente é interpretado por Stark Sands, que já fez um episódio de Nip/Tuck como o filho deficiente do Sean. Um dos personagens mais legais, o Godfather (ele sempre fala de si mesmo na terceira pessoa, adoro!) é interpretado pelo Chance Kelly, um vilão recorrente na primeira temporada de Fringe. Estes são apenas os mais conhecidos.


Uma das características mais marcantes da minha obsessão é que eu fico estranhamente à vontade quando eu encontro rostos familiares em alguma produção desconhecida. Estava praticamente me sentindo em casa.


Companhia Bravo – Segundo Pelotão do Primeiro Batalhão de Reconhecimento: Quem é quem


A série tem bastante foco no veículo principal da Companhia Bravo. Neles estão alguns dos personagens mais recorrentes: Sgt Brad Colbert, Ray Person, James Trombley e o Repórter Evan Wright. Conheça um pouco mais sobre eles abaixo.


Sargento Brad ‘Iceman’ Colbert
(Alexander Skarsgard) – É um dos militares mais experientes do pelotão. Bem “Alpha Male” mesmo, respeitado por todos e temido por alguns. Passa uma imagem muito profissional, de que é experiente e que sabe o que está fazendo. Ao mesmo tempo, existe um quê de figura paterna em relação aos recrutas mais jovens, um tipo de preocupação que demonstra um lado humano bacana dele. Apesar da experiência de guerra, ele não parece ser acostumado a matar civis sem motivo nenhum – o que acontece com uma enorme freqüência – e acaba levando alguns casos para o lado pessoal.



Cabo Josh Ray Person (James Randsone) – De longe meu personagem favorito. Um ogro, me lembra o ‘The Todd’ de Scrubs de tão escroto. Mas também é o mais divertido. Tem as falas mais absurdas e mais sem noção de toda a série. Raramente leva alguma coisa a sério (se leva, não deixa transparecer), é um dos soldados que mais se preocupa com o rumor da eventual morte da Jennifer Lopes. Fala palavrão o tempo todo, fala de sexo o tempo todo, fala o tempo todo, ponto. Se foi retratado corretamente, deve ser um mala. Mas repito: eu adorei.




Cabo James Trombley (Billy Lush) – Jovem, está ali apenas por obrigação e deixa claro que não “se importa” com uma morte que provocou, já que não tem intenção de seguir carreira militar. Em determinados momentos dá para perceber que ele chega a ser desequilibrado de tão frio, e em um episódio específico ele diz que gostaria se saber como é tomar um tiro.




Tenente Coronel Stephen ‘Godfather’ Ferrano (Chance Kelly) – É a maior autoridade militar no pelotão. Ele dá as ordens, mas não participa das missões. Passa a impressão de ser muito sério e linha dura, mas eu achei (aí não sei se fui eu, ou se o roteiro me induziu) o cara legal, quase divertido (talvez seja porque eu me diverti com ele falando de si mesmo na terceira pessoa).






Primeiro Tenente Nathan Flick (Stark Sands) – Está logo abaixo do Capitão do pelotão. É muito novo, mas passa a impressão de ser muito experiente e bom no que faz. Totalmente profissional e muito respeitado por seus subordinados (muitos são mais velhos que ele), não deu pra ter uma opinião de como ele é pessoalmente.





É preciso ver graça na desgraça

Corri atrás dos demais episódios e minha impressão da série continuou intacta. Apesar de se tratar de um assunto sério, em momento nenhum eu me senti incomodada. Definitivamente um dos maiores méritos é contar uma história difícil com bom humor. Não é nada bobo, desnecessário ou gratuito. É uma forma de amenizar um tema que normalmente é muito pesado, e balancear todo o horror que também é mostrado.


Eu passei mal de rir dos soldados preocupados com os rumores da morte da Jennifer Lopes, das longas viagens ao som de Lovin’ You da Minnie Riperton, e de músicas do Nelly e da Avril Lavigne, tudo cantado a capella. Me diverti tentando me acostumar com os apelidos, já que quase ninguém é chamado pelo nome. Além do Godfather, tem um Q-Tip e um Captain America. O Evan Wright só foi chamado pelo nome uma vez, depois disso virou o “Reporter”, ou “Rolling Stone”.

Em Generation Kill, a guerra é contada do ponto de vista dos membros do exército; retrata o olhar que os próprios fuzileiros navais têm sobre a guerra. Eles não são heróis convencidos de que estão fazendo a coisa certa. Eles estão longe de ser heróis e sabem disso.

De muitas maneiras, quando você destrincha o batalhão e observa os indivíduos, dá pra perceber o quanto eles são parecidos com você ou comigo. São pessoas que passam o dia todo vendo graça na desgraça e fazendo piadinhas de mau gosto, não porque são insensíveis, mas porque sabem que se levarem tudo à sério, eles vão enlouquecer.


Foi muito agradável a surpresa de gostar sinceramente de uma série cujo tema normalmente me repele. Foi ainda mais agradável finalmente descobrir este lado da HBO que eu sempre negligenciei. Eu nunca gostei das categorias de minissérie e filme pra TV no Emmy, mas depois de Generation Kill, eu entendi perfeitamente porque este canal é tão premiado.


“It’s Not TV. It’s HBO” é um slogan totalmente verdadeiro. A qualidade da série vai além da superprodução, das locações incríveis, de efeitos especiais. Eu na verdade raramente ligo para este lado mais técnico. O que eu vejo de incrível em Generation Kill é que a minissérie tem um texto esperto, rápido e divertido, personagens totalmente verossímeis e uma história muito bem contada para o público que é “leigo” quando o assunto é guerra ou conflitos internacionais. Recomendo e admito que – antes tarde do que nunca – eu caí nos encantos do canal.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Supernatural no Seattle Grace


O episódio de Supernatural que vai ao ar nos EUA no dia 05 de novembro vai mostrar os irmãos Winchester envolvidos em alguns cenários familiares aos fãs de seriados.
Além de uma sitcom tradicional e de uma série no estilo CSI, eles vão freqüentar os “bastidores” de uma série médica, e não há nenhuma dúvida de que o alvo deles será Grey’s Anatomy. Parece que já tem até piadinha pronta no roteiro para aproveitar a deixa.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Retratação + Novidades

O threesome de Gossip Girl vai acontecer
Mas em novembro, e não na sexta passada, como eu tinha publicado aqui. Sorry...


Tem personagem importante saindo de House
Quer saber quem? Só passar o mouse por cima do espaço “em branco” logo em seguida. Jennifer Morrison, a Dra. Cameron já gravou sua última participação em House, e o episódio da “despedida” vai ao ar nos EUA em novembro. A saída deste personagem foi uma decisão criativa tomada pelos produtores da série.


Morte no elenco de Heroes
De acordo com a colunista Kristin dos Santos, a morte vai ser um choque até mesmo para os fãs mais “casuais” da série. É um personagem masculino que faz parte do elenco original do programa.
Em seu blog, o colunista Michael Ausiello falou sobre um personagem (incógnito) de uma série (também incógnita) que vai morrer e que só descobriu isso quando leu o roteiro do episódio.
Por causa do timing, eu estou desconfiada que os dois colunistas estão falando sobre a mesma série e o mesmo personagem. De qualquer forma eu vou me adiantar e apostar que o morto vai ser o Hiro. Será?


Já foram canceladas
The Beautiful Life
(depois da exibição do 2º episódio!!!) e Southland (a série “nova” do Ryan – The OC).


O canal ABC encomendou temporadas completas das estreantes Cougar Town (a série de Monica), The Middle, Modern Family e Flash Forward.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Vai ter ménage à trois em Gossip Girl

No episódio que vai ao ar amanhã nos EUA. Só porque eu já tinha praticamente desistido de baixar...

De acordo com o Ausiello Files Blog, três personagens importantes da série serão mostrados transando, na mesma cama e ao mesmo tempo.

Claro que ele não disse quem são as pessoas envolvidas, mas ele colocou algumas combinações interessantes como possibilidades. Estes são meus palpites:

Chuck, Blair e Nate

Chuck, Blair e Josh (do beijo gay)

Serena, Carter e Georgina

Nem sei se faz sentido, porque não estou acompanhando. E também não sei o quanto eu boto fé na história do threesome. Mas o Ausiello jura que é verdade, e que uma fração considerável dos fãs gays de Gossip Girl gostariam de ver Chuck e Nate na cama. Nos livros, o Chuck é bi, mas não sei se ele chega a dar uns pegas no Nate.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Gossip Girl - Reversals of Fortune

Na minha humilde opinião, foi a pior estréia até agora. Porque eu sinceramente gosto de Gossip Girl. Nem sempre é boa, mas os personagens são bem construídos e as histórias em geral são bacanas. Mas este episódio de estréia foi fraco. Foi quase bobo. Ok, foi bobo.

Chuck e Blair não conseguem ser um casal normal e apelam pra joguinhos sexuais? Sono.

Vanessa acha que o Dan é um vendido porque entrou na limosine? Sono.

Serena faz questão de ser alvo dos paparazzi porque quer chamar a atenção do pai? MEGA SONO.

Absolutamente nada me interessou, então não tenho nada pra comentar. Agora estou com uma enorme preguiça de ter todo o trabalho de baixar, gravar e sentar pra ver, uma vez que já-já estréia na Warner.

Mas se alguém assistiu aos demais que já saíram até agora e realmente acha que eles são bons, me avisa que eu dou outra chance.

XOXO

sábado, 3 de outubro de 2009

Grey’s Anatomy – Good Mourning + Goodbye

Contém spoiler!!! Do tipo que você não quer saber. Se ainda não viu o 6x01 e o 6x02 de Grey's Anatomy, ou se você ainda não chegou no final da 5ª temporada, eu sinceramente não recomendo que você leia o texto.



Putz que série boa! PUTZ QUE SÉRIE BOA! Quando terminou o especial de duas horas de estréia da 6ª temporada, me deu vontade levantar e bater palma. E nem foi o melhor episódio. Não entra nem na lista dos 10 melhores. Mas foi lindo.


Começa exatamente do ponto em que o último tinha parado. Parêntesis para deixar claro que eu fazia absoluta questão de que eles continuassem a história desse jeito. Sem essa de “três meses depois...”. Eu queria ver a reação de cada personagem à morte do George. Mais importante, eu queria que a morte desse valesse pra alguma coisa, que fosse mostrado que ele era importante, e o quanto ele era querido.


Chorei junto com a Callie, fiquei triste junto com a Izzie, fiquei arrasada junto com a Bailey. Meu Deus como eu amo a Miranda Bailey! Arrepio só de lembrar. E aí junto com a tristeza, vários momentos deliciosos como a cena do velório. Outro parêntesis aqui. Acho que Grey’s nunca teve uma cena tão bonita, tão bem feita e tão sutil quanto a da crise de riso no velório.


Diversão pura com a Lexie chocada com o nível de intimidade do Sloan com a Callie. E diversão moderada com Cristina e McArmy na terapia (não morri de dar risada, mas foi ótimo!). E mais tristeza com a Izzie torcendo pra ter um tumor. Ódio dos momentos ogro do Alex. E muito feliz com a “reconciliação” deles.


E aí mais uma cena inesquecível dentro do elevador. Sério, o que foi aquilo? Como fã da série, eu me senti pessoalmente lisonjeada por ver o carinho dos escritores ou produtores ou whatever com os telespectadores. Eles pegaram um momento lindo na segunda temporada e inverteram. Agora Derek para o elevador para a Bailey chorar. E repito: como eu amo aquela mulher. Que momento mais lindo, mais delicado, mais perfeito.


Foi uma montanha russa balanceada de momentos tristes e felizes. Não ficou pesado a ponto de ficar depressivo, e nem tão legal a ponto de deixar totalmente de lado a morte de um dos personagens principais. E até os momentos de diversão tinham uma certa carga de melancolia.



E aí pra fechar lindamente, Meredith e Cristina finalmente entram de luto. Tudo totalmente condizente com as personagens e com a história contada no decorrer dos episódios.


Eu repito: não foi o melhor episódio. Em alguns momentos ele chegou a ficar chato, tipo, pra mim o único momento legal da menina acidentada foi quando a Cristina mega sem noção deu aquele apelido indelicado pra ela. Até a fusão com o Mercy West ficou totalmente deslocada, perdida na imensidão de outras histórias muito mais interessantes.


Eu amei. Mostraram tudo que eu queria ver e mais. Com direito a duas das cenas mais perfeitas que Shonda Rhimes já escreveu.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Flash Forward – Primeiras Impressões

Todas as pessoas do mundo perdem a consciência ao mesmo tempo. Todas ficam desacordadas durante o mesmo período, 2 minutos e 17 segundos. Durante este tempo, elas têm visões de como suas vidas estarão no futuro. Precisamente, seis meses depois do evento misterioso. Esta é a premissa de Flash Forward.

Definitivamente não tem como explicar a narrativa como eu fiz com The Vampire Diaries. Até dá, mas é totalmente redundante. Então imagine o que aconteceria se todas as pessoas do planeta tivessem a oportunidade de ver seu próprio futuro. Em alguns casos a revelação é boa e esperada, mas em outros, este futuro próximo é motivo de apreensão e medo.

O que acontece agora? É possível mudar o futuro? É possível evitar que ele aconteça? Se não, então qual é o propósito deste acontecimento global? Estas são algumas das perguntas que você vai se fazer quando o episódio terminar.

Flash Forward é a grande promessa da nova temporada. Tenho minhas dúvidas se alguma outra estréia vai conseguir chegar aos pés da novidade. Então fique de olho! Não precisa ser fã de ficção científica pra entender, só precisa gostar de uma historinha bacana com possibilidades de virar vício.