quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Participações especiais em Cougar Town e Grey’s Anatomy

Kim Reaver – que você com certeza já viu em 24 Horas ou Lipstick Jungle – vai ser uma cirurgiã cardíaca no Seattle Grace. Ela provavelmente terá algum envolvimento profissional com a Cristina, mas a princípio o envolvimento pessoal terá maior destaque. A personagem de Reaver esteve no Iraque com o Owen, e pode ter certeza que tem triângulo amoroso surgindo na história.

Teddy – este é o nome DELA – faz sua primeira aparição no episódio que vai ao ar em 12 de novembro. O papel é “recorrente”, o que significa que ela aparecerá com uma certa freqüência, mas ainda é difícil saber o tamanho e a importância que ela terá na série.

Cougar Town, a nova série de Monica de Friends, vai ter participação especial da Phoebe. Lisa Kudrow vai ser a dermatologista da personagem de Courteney Cox. Ela é uma médica cruel, mas que a eterna Monica não consegue abandonar.
A princípio a participação é de apenas um episódio que irá ao ar em 2010.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ricky Gervais será o apresentador do Globo de Ouro 2010

Ricky Gervais vai apresentar a próxima edição do Globo de Ouro e eu estou dando pulinhos de alegria! Se você não conhece, nunca ouviu falar do cara, e, portanto, não está tão empolgado quanto eu, eu te asseguro de que ele vai ser um apresentador sensacional.

Ele é o criador da série The Office, a original, exibida no Reino Unido, e foi ele quem trouxe a série para os Estados Unidos. Ele escreve, dirige, produz e atua. E ele é muito engraçado.

Veja uma participação dele no Emmy 2008


E aqui uma participação no Globo de Ouro 2009



Minha aposta é que ele vai ser um ótimo anfitrião, divertido e atrevido, e vai dar à premiação o tom leve e descontraído que ela deve ter sempre.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Joss Whedon vai dirigir um episódio de Glee

Veja como são as coisas. Depois de ver três episódios da nova – e muito comentada – série Glee, eu tinha preparando um texto para contar o que eu tinha achado. Minha “resenha” apontava tantos aspectos positivos quanto negativos, e poderia fazer com que os hesitantes e indecisos desistissem totalmente de dar uma chance à série.


Mas aí o Joss Whedon foi convidado para dirigir um episódio da série. É mais ou menos assim: mesmo se eu não tivesse gostado nem um pouco da série (o que não é o caso), mesmo que eu tivesse detestado, ainda assim eu veria. Porque é o Joss Whedon, e ele é a pessoa mais importante do mundo das séries pra mim. Ele criou e me deu sete temporadas da série que será eternamente a mais querida: Buffy – a Caça Vampiros.


Durante a sexta temporada de Buffy, Whedon escreveu e dirigiu o episódio musical “Once More With Feeling”, e colocou o elenco inteiro pra cantar (a trilha sonora é toda de autoria dele). O episódio ficou sensacional, – e não estou falando isso só porque sou fã – prova disso é a presença constante dele nas listas dos melhores episódios de séries de várias publicações.


Depois do episódio musical, Joss Whedon criou o Dr. Horrible Sing-Along Blog, um musical de três atos publicado exclusivamente na Internet.


Se por acaso você ainda não conhece o trabalho dele (que também o criador de Dollhouse), faça o favor de correr atrás deste episódio e assistir! O cara é um gênio. Ou como disse uma pessoa no twitter uma vez: “Joss Whedon is the next step in human evolution”.


Veja a seguir uma das músicas cantadas pelo elenco de Buffy em Once More With Feeling.






Agora os motivos para ver Glee (os motivos para não ver eu publico em outra ocasião).

É divertida, totalmente despretensiosa, sem a menor intenção de ser uma série “cabeça” ou uma comédia intelectual. É pra sentar, soltar umas risadas, e morrer de vergonha alheia de vez em quando. Esse último aspecto é tão legal, que quando eu passo muito tempo sem ficar com vergonha de alguém ou alguma situação, eu até sinto falta.



Tem a vilã mais divertida do mundo. Os atores, de modo geral, prestam. E cantam bem. E tem o Victor Garber (Jack Bristow também me faz assistir qualquer série. QUALQUER UMA).

É cheia de clichês e eles são todos propositais. Cheerleaders gatinhas e malvadas; aluna loser que é humilhada diariamente; jogadores de baseball que jogam os losers fracotes na lata do lixo... Tudo que em outras séries (ou filmes) teen soa totalmente forçado, aqui é feito intencionalmente, e chega até a ficar normal depois de um tempo.

True Blood leva tudo no Scream Awards 2009


A série True Blood recebeu quatro prêmios na edição 2009 do Scream Awards.
Voltada para as produções de ficção, terror e fantasia, a premiação mistura séries e filmes em suas categorias principais.


Stephen Moyer venceu na categoria melhor ator de terror (hein?) como Bill, Anna Paquin venceu como melhor atriz na mesma categoria, como Sookie. Alexander Skarsgard venceu como melhor vilão interpretando Eric e True Blood recebeu o prêmio de melhor programa de TV.


Eles basicamente levaram todos os prêmios a que foram indicados. Só o Jason perdeu como melhor ator, mas perdeu pro Bill, então é vantagem!

O Scream Awards vai ao ar aqui no Brasil no dia 31/10, às 00h25 na TNT.

sábado, 17 de outubro de 2009

Generation Kill – A Descoberta


Há alguns dias atrás a HBO liberou o sinal para os não-assinantes. Eu, que não sou boba, passei os dias programando meus horários de acordo com a programação do canal. Hoje em dia eu não acho mais que a HBO é uma das sete maravilhas do universo, pelo menos no quesito filmes. Mas to começando a ver a grandiosidade que todo mundo enxerga quando se trata de séries.


No meio de um filme chato eu comecei a zapear procurando por alguma coisa potencialmente mais interessante. Parei no começo do segundo episódio de Generation Kill. Eu já tinha ouvido falar da minissérie. É baseada no livro de Evan Wright, repórter da Rolling Stone enviado ao Iraque para acompanhar o primeiro batalhão de reconhecimento dos fuzileiros navais durante as primeiras etapas da invasão ao país.


Guerra nunca foi um tema atraente pra mim. Mesmo assim, por algum motivo, eu continuei assistindo (durante os primeiros vinte minutos ainda voltando no filme chato pra ver o que ia acontecer). Mas eu não demorei a perceber que eu estava muito mais interessada na série, apesar do tema desagradável. Muito do interesse surgiu justamente da percepção de que a série não era desagradável, nem de longe.


Logo no começo eu me peguei rindo dos diálogos de humor negro entre os membros do batalhão. Não é uma comédia, mas eu dei algumas boas gargalhadas no decorrer do episódio. O jeito de contar a história – leve, com um toque de humor – se manteve no decorrer do episódio, e me deixou com vontade saber onde aquilo tudo ia dar. Se tratando de uma minissérie de sete partes, não seria nenhum sacrifício correr atrás dos outros e assistir.


Todos aqueles atores que eu conhecia de algum lugar...

Especialmente com um atrativo mais que especial: Alexander Skarsgard, vulgo Eric de True Blood, tem um dos papéis centrais da série. E apesar de todo meu amor por ele, eu demorei alguns minutos pra perceber exatamente de onde aquele rosto era familiar. Ele está TOTALMENTE diferente do Eric, a aparência é só um dos aspectos que diferenciam os dois personagens.


Além do Eric, Generation Kill tem vários rostos familiares para quem acompanha séries compulsivamente como eu. Praticamente ninguém é estranho, e ao mesmo tempo, ninguém é famoso. Tem o Kellan Lutz (foto), o Emmet de Crepúsculo, que também já fez ponta em 90210. O repórter da Rolling Stone é interpretado por Lee Tergesen, que fez Desperate Housewives algumas temporadas atrás.


O Primeiro Tenente é interpretado por Stark Sands, que já fez um episódio de Nip/Tuck como o filho deficiente do Sean. Um dos personagens mais legais, o Godfather (ele sempre fala de si mesmo na terceira pessoa, adoro!) é interpretado pelo Chance Kelly, um vilão recorrente na primeira temporada de Fringe. Estes são apenas os mais conhecidos.


Uma das características mais marcantes da minha obsessão é que eu fico estranhamente à vontade quando eu encontro rostos familiares em alguma produção desconhecida. Estava praticamente me sentindo em casa.


Companhia Bravo – Segundo Pelotão do Primeiro Batalhão de Reconhecimento: Quem é quem


A série tem bastante foco no veículo principal da Companhia Bravo. Neles estão alguns dos personagens mais recorrentes: Sgt Brad Colbert, Ray Person, James Trombley e o Repórter Evan Wright. Conheça um pouco mais sobre eles abaixo.


Sargento Brad ‘Iceman’ Colbert
(Alexander Skarsgard) – É um dos militares mais experientes do pelotão. Bem “Alpha Male” mesmo, respeitado por todos e temido por alguns. Passa uma imagem muito profissional, de que é experiente e que sabe o que está fazendo. Ao mesmo tempo, existe um quê de figura paterna em relação aos recrutas mais jovens, um tipo de preocupação que demonstra um lado humano bacana dele. Apesar da experiência de guerra, ele não parece ser acostumado a matar civis sem motivo nenhum – o que acontece com uma enorme freqüência – e acaba levando alguns casos para o lado pessoal.



Cabo Josh Ray Person (James Randsone) – De longe meu personagem favorito. Um ogro, me lembra o ‘The Todd’ de Scrubs de tão escroto. Mas também é o mais divertido. Tem as falas mais absurdas e mais sem noção de toda a série. Raramente leva alguma coisa a sério (se leva, não deixa transparecer), é um dos soldados que mais se preocupa com o rumor da eventual morte da Jennifer Lopes. Fala palavrão o tempo todo, fala de sexo o tempo todo, fala o tempo todo, ponto. Se foi retratado corretamente, deve ser um mala. Mas repito: eu adorei.




Cabo James Trombley (Billy Lush) – Jovem, está ali apenas por obrigação e deixa claro que não “se importa” com uma morte que provocou, já que não tem intenção de seguir carreira militar. Em determinados momentos dá para perceber que ele chega a ser desequilibrado de tão frio, e em um episódio específico ele diz que gostaria se saber como é tomar um tiro.




Tenente Coronel Stephen ‘Godfather’ Ferrano (Chance Kelly) – É a maior autoridade militar no pelotão. Ele dá as ordens, mas não participa das missões. Passa a impressão de ser muito sério e linha dura, mas eu achei (aí não sei se fui eu, ou se o roteiro me induziu) o cara legal, quase divertido (talvez seja porque eu me diverti com ele falando de si mesmo na terceira pessoa).






Primeiro Tenente Nathan Flick (Stark Sands) – Está logo abaixo do Capitão do pelotão. É muito novo, mas passa a impressão de ser muito experiente e bom no que faz. Totalmente profissional e muito respeitado por seus subordinados (muitos são mais velhos que ele), não deu pra ter uma opinião de como ele é pessoalmente.





É preciso ver graça na desgraça

Corri atrás dos demais episódios e minha impressão da série continuou intacta. Apesar de se tratar de um assunto sério, em momento nenhum eu me senti incomodada. Definitivamente um dos maiores méritos é contar uma história difícil com bom humor. Não é nada bobo, desnecessário ou gratuito. É uma forma de amenizar um tema que normalmente é muito pesado, e balancear todo o horror que também é mostrado.


Eu passei mal de rir dos soldados preocupados com os rumores da morte da Jennifer Lopes, das longas viagens ao som de Lovin’ You da Minnie Riperton, e de músicas do Nelly e da Avril Lavigne, tudo cantado a capella. Me diverti tentando me acostumar com os apelidos, já que quase ninguém é chamado pelo nome. Além do Godfather, tem um Q-Tip e um Captain America. O Evan Wright só foi chamado pelo nome uma vez, depois disso virou o “Reporter”, ou “Rolling Stone”.

Em Generation Kill, a guerra é contada do ponto de vista dos membros do exército; retrata o olhar que os próprios fuzileiros navais têm sobre a guerra. Eles não são heróis convencidos de que estão fazendo a coisa certa. Eles estão longe de ser heróis e sabem disso.

De muitas maneiras, quando você destrincha o batalhão e observa os indivíduos, dá pra perceber o quanto eles são parecidos com você ou comigo. São pessoas que passam o dia todo vendo graça na desgraça e fazendo piadinhas de mau gosto, não porque são insensíveis, mas porque sabem que se levarem tudo à sério, eles vão enlouquecer.


Foi muito agradável a surpresa de gostar sinceramente de uma série cujo tema normalmente me repele. Foi ainda mais agradável finalmente descobrir este lado da HBO que eu sempre negligenciei. Eu nunca gostei das categorias de minissérie e filme pra TV no Emmy, mas depois de Generation Kill, eu entendi perfeitamente porque este canal é tão premiado.


“It’s Not TV. It’s HBO” é um slogan totalmente verdadeiro. A qualidade da série vai além da superprodução, das locações incríveis, de efeitos especiais. Eu na verdade raramente ligo para este lado mais técnico. O que eu vejo de incrível em Generation Kill é que a minissérie tem um texto esperto, rápido e divertido, personagens totalmente verossímeis e uma história muito bem contada para o público que é “leigo” quando o assunto é guerra ou conflitos internacionais. Recomendo e admito que – antes tarde do que nunca – eu caí nos encantos do canal.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Supernatural no Seattle Grace


O episódio de Supernatural que vai ao ar nos EUA no dia 05 de novembro vai mostrar os irmãos Winchester envolvidos em alguns cenários familiares aos fãs de seriados.
Além de uma sitcom tradicional e de uma série no estilo CSI, eles vão freqüentar os “bastidores” de uma série médica, e não há nenhuma dúvida de que o alvo deles será Grey’s Anatomy. Parece que já tem até piadinha pronta no roteiro para aproveitar a deixa.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Retratação + Novidades

O threesome de Gossip Girl vai acontecer
Mas em novembro, e não na sexta passada, como eu tinha publicado aqui. Sorry...


Tem personagem importante saindo de House
Quer saber quem? Só passar o mouse por cima do espaço “em branco” logo em seguida. Jennifer Morrison, a Dra. Cameron já gravou sua última participação em House, e o episódio da “despedida” vai ao ar nos EUA em novembro. A saída deste personagem foi uma decisão criativa tomada pelos produtores da série.


Morte no elenco de Heroes
De acordo com a colunista Kristin dos Santos, a morte vai ser um choque até mesmo para os fãs mais “casuais” da série. É um personagem masculino que faz parte do elenco original do programa.
Em seu blog, o colunista Michael Ausiello falou sobre um personagem (incógnito) de uma série (também incógnita) que vai morrer e que só descobriu isso quando leu o roteiro do episódio.
Por causa do timing, eu estou desconfiada que os dois colunistas estão falando sobre a mesma série e o mesmo personagem. De qualquer forma eu vou me adiantar e apostar que o morto vai ser o Hiro. Será?


Já foram canceladas
The Beautiful Life
(depois da exibição do 2º episódio!!!) e Southland (a série “nova” do Ryan – The OC).


O canal ABC encomendou temporadas completas das estreantes Cougar Town (a série de Monica), The Middle, Modern Family e Flash Forward.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Vai ter ménage à trois em Gossip Girl

No episódio que vai ao ar amanhã nos EUA. Só porque eu já tinha praticamente desistido de baixar...

De acordo com o Ausiello Files Blog, três personagens importantes da série serão mostrados transando, na mesma cama e ao mesmo tempo.

Claro que ele não disse quem são as pessoas envolvidas, mas ele colocou algumas combinações interessantes como possibilidades. Estes são meus palpites:

Chuck, Blair e Nate

Chuck, Blair e Josh (do beijo gay)

Serena, Carter e Georgina

Nem sei se faz sentido, porque não estou acompanhando. E também não sei o quanto eu boto fé na história do threesome. Mas o Ausiello jura que é verdade, e que uma fração considerável dos fãs gays de Gossip Girl gostariam de ver Chuck e Nate na cama. Nos livros, o Chuck é bi, mas não sei se ele chega a dar uns pegas no Nate.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Gossip Girl - Reversals of Fortune

Na minha humilde opinião, foi a pior estréia até agora. Porque eu sinceramente gosto de Gossip Girl. Nem sempre é boa, mas os personagens são bem construídos e as histórias em geral são bacanas. Mas este episódio de estréia foi fraco. Foi quase bobo. Ok, foi bobo.

Chuck e Blair não conseguem ser um casal normal e apelam pra joguinhos sexuais? Sono.

Vanessa acha que o Dan é um vendido porque entrou na limosine? Sono.

Serena faz questão de ser alvo dos paparazzi porque quer chamar a atenção do pai? MEGA SONO.

Absolutamente nada me interessou, então não tenho nada pra comentar. Agora estou com uma enorme preguiça de ter todo o trabalho de baixar, gravar e sentar pra ver, uma vez que já-já estréia na Warner.

Mas se alguém assistiu aos demais que já saíram até agora e realmente acha que eles são bons, me avisa que eu dou outra chance.

XOXO

sábado, 3 de outubro de 2009

Grey’s Anatomy – Good Mourning + Goodbye

Contém spoiler!!! Do tipo que você não quer saber. Se ainda não viu o 6x01 e o 6x02 de Grey's Anatomy, ou se você ainda não chegou no final da 5ª temporada, eu sinceramente não recomendo que você leia o texto.



Putz que série boa! PUTZ QUE SÉRIE BOA! Quando terminou o especial de duas horas de estréia da 6ª temporada, me deu vontade levantar e bater palma. E nem foi o melhor episódio. Não entra nem na lista dos 10 melhores. Mas foi lindo.


Começa exatamente do ponto em que o último tinha parado. Parêntesis para deixar claro que eu fazia absoluta questão de que eles continuassem a história desse jeito. Sem essa de “três meses depois...”. Eu queria ver a reação de cada personagem à morte do George. Mais importante, eu queria que a morte desse valesse pra alguma coisa, que fosse mostrado que ele era importante, e o quanto ele era querido.


Chorei junto com a Callie, fiquei triste junto com a Izzie, fiquei arrasada junto com a Bailey. Meu Deus como eu amo a Miranda Bailey! Arrepio só de lembrar. E aí junto com a tristeza, vários momentos deliciosos como a cena do velório. Outro parêntesis aqui. Acho que Grey’s nunca teve uma cena tão bonita, tão bem feita e tão sutil quanto a da crise de riso no velório.


Diversão pura com a Lexie chocada com o nível de intimidade do Sloan com a Callie. E diversão moderada com Cristina e McArmy na terapia (não morri de dar risada, mas foi ótimo!). E mais tristeza com a Izzie torcendo pra ter um tumor. Ódio dos momentos ogro do Alex. E muito feliz com a “reconciliação” deles.


E aí mais uma cena inesquecível dentro do elevador. Sério, o que foi aquilo? Como fã da série, eu me senti pessoalmente lisonjeada por ver o carinho dos escritores ou produtores ou whatever com os telespectadores. Eles pegaram um momento lindo na segunda temporada e inverteram. Agora Derek para o elevador para a Bailey chorar. E repito: como eu amo aquela mulher. Que momento mais lindo, mais delicado, mais perfeito.


Foi uma montanha russa balanceada de momentos tristes e felizes. Não ficou pesado a ponto de ficar depressivo, e nem tão legal a ponto de deixar totalmente de lado a morte de um dos personagens principais. E até os momentos de diversão tinham uma certa carga de melancolia.



E aí pra fechar lindamente, Meredith e Cristina finalmente entram de luto. Tudo totalmente condizente com as personagens e com a história contada no decorrer dos episódios.


Eu repito: não foi o melhor episódio. Em alguns momentos ele chegou a ficar chato, tipo, pra mim o único momento legal da menina acidentada foi quando a Cristina mega sem noção deu aquele apelido indelicado pra ela. Até a fusão com o Mercy West ficou totalmente deslocada, perdida na imensidão de outras histórias muito mais interessantes.


Eu amei. Mostraram tudo que eu queria ver e mais. Com direito a duas das cenas mais perfeitas que Shonda Rhimes já escreveu.