A cantora Paula Abdul não será mais uma das juízas do American Idol. Ela anunciou sua saída em sua página no twitter.
“Com tristeza no coração, eu decidi não retornar ao American Idol. Vou sentir falta de incentivar novos talentos, mas acima de tudo, vou sentir saudade de fazer parte de um programa que se tornou um fenômeno internacional com a minha ajuda. O que eu mais quero dizer é o quando eu aprecio o apoio que sempre tive, e o amor que vocês demonstraram por mim. Foi tudo de ‘tirar o fôlego’, especialmente nesse último mês. Não há duvida de que eu tenho os melhores fãs no mundo inteiro. Eu amo todos vocês.”
Negociações salariais levaram Abdul a deixar o programa. De acordo com vários rumores, ela recebeu uma oferta substancial de aumento, mas não era compatível com o que ela exigia.
Para que a cadeira de Paula não fique vazia, vários juízes serão convidados para as audições que acontecem de agora até janeiro. Já estão confirmadas as presenças da ex-Spice Victoria Beckham, e da cantora Katy Perry. De acordo com os produtores do American Idol, uma decisão mais permanente será tomada ainda nesta temporada.
Sobre os rumos que a carreira de Paula Abdul deve tomar a partir de agora, já surgem boatos de que ela vá integrar a equipe do programa So You Think You Can Dance, que julga dançarinos ao invés de cantores.
Chorei, chorei, chorei. De raiva, de decepção, de tristeza. Já fiquei perplexa, chocada e indignada. E agora, depois de tudo, acho que consigo falar sobre a final do American Idol com alguma (pouca) objetividade.
Achei o primeiro dia quase chato. Depois de 917 mil apresentações, algumas delas bem sensacionais, na minha opinião, não tinha nada que eles pudessem fazer que fosse superar o que já tinham feito antes, em ocasiões diferentes.
Não gosto da repetição de apresentações, tipo, pra que? Quem acompanha já viu aquilo, e eu não achei que nenhum dos dois conseguiu superar o primeiro impacto que suas performances tinham provocado.
As músicas escolhidas pelo Simon Fuller foram bem adequadas a cada um dos artistas, acho que dos dois foram super bem, e foi a única apresentação que eu achei que valeu mesmo. A música escrita pela Kara DioGuardi tinha a cara do Kris, acho que caiu como uma luva nele, e para o Adam ficou um pouco mais forçada.
Enfim, o primeiro dia nem se compara ao segundo.
Todos os shows foram muito legais. Dá até pra fazer vista grossa do fato de que eles estavam com a coreografia mal ensaiada, e alguns deles visivelmente nervosos. Adorei Fergie, Cindy Lauper com a Allison foi maravilhoso, Kiss, Queen... Tipo, sem palavras para o tanto que eu achei tudo lindo, empolgante e caprichado. Imagino ver o show lá, no Nokia Theatre. Várias bandas sensacionais, e vários artistas bambambam! Tipo, oi? Anthony Hopkins? Katie Holmes? Até a Kate Walsh (a Addison) deu as caras lá!
Adoro o Golden Idol, pra mim Kara DioGuardi e a Bikini Girl foi um dos momentos mais sensacionais EVER!
Mas aí o Adam perdeu.
Eu até agora acho absurdo. Ele foi o melhor candidato durante todo o programa, sempre surpreendendo, sempre elevando a competição... Teria sido muito chata a temporada sem ele, então fico grata por ele ter, pelo menos, chegado à final.
Tem vários motivos que podem ser atribuídos ao fato do Kris ter vencido o programa. Tipo, ele é realmente um bom cantor, ele é simpático (likeable), ele cresceu durante a competição, não tem como negar. Mas ele não é o melhor cantor. Ele não é nem o segundo melhor.
Portanto eu acredito firmemente que os homofóbicos venceram. Por lá eles estão chamando de “Christian vote”, as pessoas que votaram no Kris simplesmente porque não queriam ver um cara abertamente gay saísse vencedor.
E eu também acho que o Adam era grande demais para a competição. Acho que muita gente achou estranha a atitude dele, o posicionamento que ele sempre teve de superstar, e o fato dele sempre exagerar – nas roupas, nas performances, na maquiagem... Ele nunca agiu como um candidato qualquer, ele sempre esteve lá como um vencedor, e muita gente deve achar que isso não combina muito com um programa de “calouros”.
Seja qual for o motivo, sempre vou achar que o Adam merecia mais que o Kris. Mas desejo sucesso para os dois!
Infelizmente acredito muito que o American Idol nunca vai ter uma temporada tão empolgante quando esta. Foi fina, com muita gente boa de serviço, com diferencial. Tão cedo eles não vão conseguir superar. Mas é sempre bom assistir, pra descobrir boas surpresas, como o Adam Lambert, que eu vou amar pra sempre!
Adam Lambert é o nome de um dos candidatos mais populares da nova temporada do American Idol, um dos candidatos com as maiores chances de vencer, de acordo com a maioria dos sites de entretenimento. Apesar de Adam ido para o “bottom 2” (nome dado aos dois candidatos com o menor número de votos) Simon Cowell, o jurado mais sincero, e o mais difícil de agradar, confessou no programa The Ellen Show que torce para que ele seja o vencedor do programa. “Se fosse minha escolha, baseado em originalidade e apelo ao redor do mundo, teria que dizer Adam”, comentou durante a entrevista. “Eu gosto do fato dele não ter medo, ele não está indo pelo caminho seguro”. Simon também admitiu que no começo não gostava muito da nova jurada, a Kara Dioguardi, e disse que todos os quatro jurados estarão de volta para pelo menos mais uma temporada do show. A seguir o vídeo com a entrevista completa.
Jornalista e apaixonada por séries, criei o blog para veicular notícias e comentários sobre o mundo colorido, divertido e emocionante dos seriados de TV.
Garota dos Seriados
"Priscila sempre gostou de seriados de TV. Um dia, depois de assistir um episódio de Buffy, foi perseguida por um vampiro e conseguiu matá-lo com uma super-força que não sabia de onde tinha tirado. Quando começou a ver Lost, ela descobriu que também tinha a habilidade de virar fumaça e se locomover rapidamente de um local para outro. Vendo Medium, ela começou a sonhar com acontecimentos futuros e conversar com pessoas que já tinham morrido. Já não restam dúvidas de que ela absorve seus poderes dos seriados de TV e, desde que começou Pushing Daisies, ela está evitando funerais, com medo de acidentalmente ressuscitar alguém".